nessas lascas no rosto passam paisagens
vejo espelhos velhos,
nas ruas
peles lisas
os olhos fraquejam miragens e coisas ao lado
paro em mãos sadias de vontade
esperei muito desse tempo longo
que coroe
e em mim passa
entrego em brancos pêlos minha
dor
mais completa missão do tempo
acolhendo os que em lágrimas descem