skip to main | skip to sidebar

Poesias

Minha gaveta pública. Lugar de irrestrita solidão.

16 de junho de 2007

A Fome É um Retrato

Ninguém morre de fome
Só morre quem tem nome

Qual a fome de quem some
no primeiro parto?

Só come quem tem nome
pra repetir o prato

De longe
A fome
É só um nome
Um retrato

Releia o manual
que não dizia:
não é falta de educação
falar de boca cheia
mas de barriga vazia

A fome só diminui
quando mais um
ninguém
é enterrrado
Por Fernanda Tatagiba Horário: 17:47:00
Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial

Outros Blogs

  • Baobá

  • Ensaio
  • Estréio
  • no Ato
  • que Falho

Índice

  • ►  2009 (6)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (1)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2008 (19)
    • ►  outubro (3)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (1)
    • ►  março (8)
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (1)
  • ▼  2007 (38)
    • ►  dezembro (3)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (3)
    • ►  agosto (3)
    • ▼  junho (10)
      • Difícil supor o amorinsuportável dorTenebrosas noi...
      • Meu eu menteE não entendeQuem sou euNo seu euMeu e...
      • Coqueiral
      • Criança brincaDe ser genteE brincandoEntendeCrianç...
      • A Fila
      • No espelhoMe vejoDouradaE qualquer graçaMe bastaUm...
      • PodreRimaSem amorSem estimaO poemaÉ sua sinaSó a q...
      • Inteira a noiteÉ terçaDe uma vidaMeiaDomingoDormin...
      • A Fome É um Retrato
      • CravocravoRosamortaO espinhoentortamas vai atéa (h...
    • ►  maio (11)
    • ►  abril (6)

Perfil

Minha foto
Fernanda Tatagiba
fabricando o acaso
Ver meu perfil completo